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2014: eu voltei…

Como canta Roberto Carlos, eu voltei…
Será que “agora prá ficar?
Porque aqui! Aqui é o meu lugar?
Eu voltei pras coisas (o blog) que eu deixei!”
É, acho que voltei!
Mas só tempo, de escrever de novo, dirá!

O último post foi em junho de 2012,
Faz muito tempo, eu sei.
Deixei de postar, mas nunca deixei de visitar!

Acho que agora, eu voltei, entusiasmada pelas aulas de Reportagem na Web, na pós em Convergência Midiática.

Imagem

… mas está sempre juntinho, no meu coração, no meu álbum de fotos, no meu pensamento, na minha vida, no meu dia a dia. Eu amo meu Mateus(inho), ele cresceu e bastante, está lindão, cada vez mais, porém, pra mim ele é essa coisinha deliciosa da foto, de óculos de vovô, de sandália de velhinho e de “pupu”.

Amo.

Um dia especial, em que todos os filhos se programam para estar perto daquela que durante nove meses nos esperou e, com extremo ato de amor, nos gerou. Hoje, no Dia das Mães de 2011, o destino fez com que EU e a MINHA MÃE estivéssemos separadas pela longa distância (mais de três mil quilômetros). Mas nem por isso deixei de ligar, desejar que o dia seja especial e, especialmente, que eu a amo imensamente, por todos os dias da minha vida.

Desde ontem (sábado, dia sete) o meu coração está apertado. Depois de 25 anos passo, pela primeira vez, o Dia das Mães longe da minha que tanto me educou, me deu amor, bateu (e demais) nas horas que precisava, me fez a mulher que hoje sou, com muita responsabilidade e respeito ao próximo.

À MELHOR MÃE do mundo, a minha PATRICIA CARVALHO DE FARIA, os meus parabéns pelo dia, na certeza que foi e sempre será essa mulher especial, guerreira e maravilhosa que nos criou.
Preciso agradecer a Deus pela mãe excelente que me deu, me colocando numa família especial, carregada de amor, carinho, paz e confiança em Deus.

Homenagem de toda família.

Da sua filha, que de longe faz essa homenagem do fundo do coração, Leticia Faria.

MÃE, te amo para todo o sempre! Você é TUDO

Família unida: Pai (Veraldo), Mãe (Patrícia) e as filhas Lorena e Leticia

na minha vida.

Assuma responsabilidades. Foi com esta frase, através de um vídeo educativo, que o Conselho Comunitário de Segurança, Conseg, formou na noite de ontem, sua primeira diretoria provisória. É preciso dedicação, comprometimento e, acima de tudo, muito empenho. Com o auditório da prefeitura lotado, foram escolhidos os membros da Polícia Comunitária de Xanxerê.

O propagador do Conseg em Xanxerê, delegado Fernando Callfass orientou a todos quanto às devidas funções exercidas no Conselho e, reforçou o comprometido. Para ele, este foi um dia de extrema importância. “Pelo regulamento, precisamos montar uma diretoria provisória e dar os primeiros passos, com formação do regimento interno, elaboração do estatuto, providenciar o CNPJ e para isso precisamos de algumas peças da diretoria”, explica o delegado.

A participação da comunidade tem deixado os organizadores satisfeitos, com grande respaldo. “As pessoas estão vindo de forma voluntária, muitos já se ofereceram para trabalhar, estão interessadas querendo material didático, folders que explica de forma ilustrativa o que é o Conseg e suas atribuições”, comenta Callfass e, acredita que a semente já foi plantada.

A importância do Conseg

“É uma política de segurança pública diferenciada. A população, de um modo geral, costuma ver que o problema da segurança pública é da polícia, é do estado. E a polícia comunitária tenta buscar outra visão, pois segurança pública é responsabilidade de todos nós”, informa Callfass. Para a presidente eleita, Ivone Sirino, nunca é tarde para trabalhar e atuar em prol de Xanxerê. “Trabalho ajudando a preparar o caminho dos meus filhos, dos meus netos e de todos que vivem nessa cidade, que trago no coração. Tenho 60 anos, estou me aposentando, mas não para a vida e, por isso, estou à disposição”, garante ela.

Conseg tem diretoria

Presidente – Ivone Sirino

Vice-presidente – Rodrigo Piovezan (Bairro Veneza); Jaime Bavaresco (Centro); Alucir Vieira (Bairro dos Esportes); Sérgio Paludo (Bairro Nossa Senhora de Lourdes); Fábio de Martini (Bairro Vila Sesamo) e Nadia de Oliveira (Bairro Sufiatti).
1º Secretário – João Marcelo Lang
2º Secretário – Marley Marques
Diretor Social e de Assuntos Comunitários – Elírio Galeli
1º Tesoureiro – Nereu Piccolli
2º Tesoureiro – Paulo Baldi
Diretoria de Políticas Anti Drogas – Juliana Ferreira
Comissão de Ética e Disciplina – Neylor Zaniol, Vaney Zaccaron e Amélio Radaelli
Conselho Fiscal – Ademir Possamai, Juraci Testa e Marcia Lemes
Membros Natos – Fernando Callfass, Vinicius Buratto, Osvaldir Kassburg, Neilor Koche, Mari Tania Agazzi, Dulce Catarina Mocelim e Juçara Melo de Paula
Comissão de Imprensa – Amauri Pereira, Caciano Paludo, Leticia Faria, Nileiza Durand, Adriana Mattiello e Gilmar Santini.

A empresa que presta serviços em Xanxerê tem uma frota de 14 ônibus. Nenhum está adaptado para cadeirantes

A limitação para um cadeirante é enorme. Eles circulam pela cidade, andam pelas ruas e calçadas. Hoje, estas com vias rebaixadas para facilitar o acesso. Fazem suas tarefas de acordo com as possibilidades. Eles vivem a vida e, geralmente, detestam depender dos outros. A inclusão os torna mais ativos. Mas, e quando precisam utilizar o transporte coletivo para sua locomoção. O que fazem?

A resposta fomos buscar com vários cadeirantes que sentem no dia a dia as dificuldades de não ter em Xanxerê um ônibus adaptado com a plataforma hidráulica. Muitos deles moram em diversos bairros distantes do centro. Para José Alberto Zanotto, que mora no Bairro Matinho, a dificuldade era tremenda. Quando não tinha seu carro adaptado era preciso pedir favores, encontrar motorista ou pagar táxi para que chegasse até o centro. “Às vezes, também, eu vinha com o transporte da FCDX. Por que se usar o ônibus, tem que ter umas quatro pessoas para ajudar a desmontar a cadeira e colocar dentro do ônibus porque não tem a plataforma”, conta

Eles também são cadeirantes, moram em bairros distantes do centro e, toda vez que precisam se deslocar, necessitam de ajuda. Fábio Maraskin tem 28 anos, mora no Bairro João Winckler e sentiu na pele a falta do transporte coletivo com adaptação.

Ele conta que, quando trabalhava em um supermercado, no centro, precisou adaptar uma moto, se tornando um triciclo. “Eu ia assim para o serviço, descia toda a avenida e, há seis anos, quando estava na avenida, percebi que o pneu da frente estava vazio. Fui mais devagar para observar o que poderia ter acontecido. De repente, uma caminhonete aparece e arrasta o triciclo e saiu me arrastando. A sorte é que eu cai do lado, se não eu ficaria embaixo do carro”, relata o drama. No acidente, Fabio teve graves fraturas, que até hoje tenta se recuperar.

Ele garante que, se tivesse transporte coletivo adaptado, certamente não teria ocorrido o acidente. “A gente sempre fica na dependência de alguém, para colocar no carro, para levar a tal lugar. Tenho certeza que se já tivesse o ônibus, (que na minha opinião já deveria ter há muito tempo, passou da hora inclusive) eu não teria me acidentado. Porque eu precisei fazer o meu triciclo porque não tinha como eu ir ao trabalho”, reforça o rapaz e comenta ainda que por inúmeras vezes tentou usar o transporte coletivo, mas foi uma labuta. “É bem complicado. As portas são apertadas, não tem lugar específico para a gente ficar dentro do ônibus, as pessoas me tiraram da cadeira, fecharam a cadeira, me colocaram dentro do ônibus e sabe que tem pessoas e motorista que até ajudam, outros não estão nem aí”, encerra Fabio garantindo que já está mais do que na hora de Xanxerê oferecer aos cadeirantes ônibus com adaptação.

Maiara: “Já perdi oportunidade de emprego pela falta de ônibus adaptado”

Ela estuda, está no último ano do ensino médio e para chegar até a Escola Costa e Silva utiliza o transporte da prefeitura (uma Kombi adaptada). Para Maiara Dall’Acqua, a grande e principal dificuldade da falta de ônibus adaptado em Xanxerê é a dependência. “Se precisa trabalhar, ou não vai poder ou vai com a cadeira mesmo, porque não tem um ponto para pegar ônibus com adaptação. Desde que eu comecei a estudar não me lembro e não vi nenhum ônibus e, como cadeirante, a gente se sente excluído, porque querendo ou não, queremos ter uma vida independente, minha mãe vai estar sempre comigo, eu preciso ter minha vida, preciso ter meu ganho”, desabafa a menina, que fez 18 anos no último sábado e está cheia de sonhos. “Eu quero muito trabalhar. Já recebi três ou quatro propostas de emprego só que não pude aceitar pelo fato de não ter adaptação nos ônibus em Xanxerê. Hoje eu tenho uma cadeira de rodas motorizada, mas quando chove não posso usar, porque se molhar, estraga todo o sistema, que é movido à bateria. Eu também quero, se Deus quiser, começar faculdade de direito e quero ser promotora da área criminal”, relata Maiara.

Algumas vezes, Maiara tentou utilizar o ônibus coletivo, mas não conseguiu. “As portas são apertadas e a minha cadeira normal já está velha, ela não fecha mais e ainda que estou há anos na fila para tentar outra cadeira, mas ainda não veio nada, porque eu preciso de uma cadeira melhor para sair, porque a motorizada não posso sair em dia de chuva”, conta ela que reafirma a opinião de seu colega Fábio: “Já passou da hora mesmo de ter transporte coletivo adaptado em Xanxerê. Sei que em Chapecó já tem ônibus adaptado e que a empresa que de lá é a mesma que faz o serviço aqui. Então, porque ainda estamos sem?”, questiona a menina.

Acessibilidade está em decreto

Em 2004, o presidente Lula regulamentou a lei que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida.

O Capítulo V (dá acessibilidade aos Serviços de Transportes Coletivos), Seção II (dá Acessibilidade no Transporte Coletivo Rodoviário) consta, no artigo 38 que: “No prazo de até 24 meses, a contar da data de edição das normas técnicas referidas no § 1o, todos os modelos e marcas de veículos de transporte coletivo rodoviário para utilização no País, serão fabricados acessíveis e estarão disponíveis para integrar a frota operante, de forma a garantir o seu uso por pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Já o artigo 39, da mesma seção, consta: “No prazo de até 24 meses, a contar da data de implementação dos programas de avaliação de conformidade descritos no § 3o, as empresas concessionárias e permissionárias dos serviços de transporte coletivo rodoviário deverão garantir a acessibilidade da frota de veículos em circulação, inclusive de seus equipamentos”.

Empresa busca adequações
A direção da Auto Viação Xanxerê, empresa responsável pelo transporte urbano no município, tem conhecimento dessas necessidades, mas esclarece que nenhum cadeirante faz o uso dos ônibus.

De acordo com o gerente operacional da empresa, Idemar Frese, é frequente, sim, a utilização de pessoas com deficiência visual, auditiva e algumas físicas. “Não tivemos procura de nenhum cadeirante nos informando que utiliza nossos ônibus. Os cadeirantes geralmente quem faz o transporte é a Apae”, comenta o gerente.

Hoje, a Auto Viação Xanxerê possui 14 ônibus em sua frota e, segundo Idemar, já tem sido feito uma cotação de preços dos equipamentos necessários para a instalação de rampas de acessos no veículo, para atender aos portadores de necessidade especial, principalmente os cadeirantes.

streia hoje, a partir das 20h30min, o Circo Miller, que está na Rua Papa João XXIII

Sem dúvida, vai ser a atração do fim de semana. A abertura do Circo Miller acontece às 20h30min, desta sexta-feira. As lonas foram erguidas no tradicional local, em frente ao Procon, na Rua Papa João XXIII. O que não vai faltar no circo é aventura, com o globo da morte; camelos, lhamas, cavalos e pôneis; equilibrista, mágico, palhaços, trapezistas. Eles irão alegrar muitas crianças e adultos.
O circo ficará em Xanxerê apenas dois finais de semana. O período é curto e, por isso, o trapezista Marino Reyes dá a dica: “Vamos ficar pouco tempo porque temos que seguir para outras cidades. Mas tenho certeza que quem assistir ao primeiro espetáculo, vai querer vir outras vezes”, garante ele. O circo tem lugar para mil pessoas confortavelmente sentadas. Na tarde de ontem, os profissionais do circo erguiam as lonas, montavam a fachada do circo e construíam o picadeiro. “Está quase tudo pronto. Para nossa estreia amanhã (hoje) tudo estará tranquilo”, destaca o malabarista.
O espetáculo do Circo Miller
Eles percorreram quase todos os estados brasileiros; estiveram no Paraguai e Uruguai. Em Xanxerê, os artistas do circo apresentarão muitos números, que deixarão o público impressionado. O globo da morte será feito com quatro motos. No momento dos animais, os camelos, as lhamas, os cavalos e os pôneis fazem mais uma apresentação ao respeitável público. “Esses animais serão mais para o público observar e fazer fotos, mas temos o mini-pônei que faz uma apresentação bem interessante”, antecipa Marino.
Além do espetáculo, o circo terá pipoca, refrigerante, maçã do amor, algodão doce e muito mais. Pelas ruas, o carro de som do circo Miller está distribuindo os convites, onde terá direito ao desconto de R$ 5,00 no ingresso, que é preço único.

A luta não foi somente dos moradores dos bairros Matinho, Nossa Senhora Aparecida e arredores, mas de todos os xanxerenses para que as obras de melhorias da travessia urbana de Xanxerê tivessem início. Agora, é momento de acompanhar dia a dia o processo de desenvolvimento da obra, conceituada para muitos como faraônica. Passados três meses, a reportagem do Folha Regional foi conversar com moradores e empresários sobre o andamento das etapas.
Quem precisa atravessar todos os dias a rodovia sentido bairro-centro, sabe das dificuldades, das preocupações e contabiliza as dezenas de acidentes que já presenciou.
O empresário Maximiliano Toffolo é um deles, que há tempo encabeçava algumas manifestações. Umas delas em 2007, com o apoio do Folha Regional, chamada “Rotatórias pela Vida”, onde um grupo de moradores, empresários e lideranças políticas reivindicavam melhorias urgente. Depois de três anos, Maximiliano garante estar satisfeito por saber que as ações do passado têm surtido efeito hoje. “A gente acompanha dia a dia os trabalhos da empresa. Eles trabalham com todo o vapor, mexem com terras, pedras, fazendo tubulação. A obra é muito grande e temos certeza que vão concluir e que realmente seja realidade”, comenta ele.

Acidentes na BR-282
Maximiliano comenta que, antes da obra, havia muitos acidentes e, hoje, “estamos vendo um pouquinho mais até por causa da obra mesmo, porque tem muitos caminhões, muitas máquinas na pista e os motoristas não respeitam sinalização, quem está na estrada sinalizando”, revela o empresário que fala com propriedade, já que sua empresa está localizada às margens da rodovia. “Vejo na minha frente, não é que me contam. No trevo do posto de combustível, tem tido bastante acidente também quando trancam a pista”, exemplifica e contabiliza que já viu mais de cinco acidentes, desde que as obras começaram.

“Um cartão postal”, diz xanxerense
Algumas imagens já foram publicadas de como ficará a rodovia. Com isso, Maximiliano comenta que “será um cartão postal da cidade, porque conforme a obra vem vindo da Femi, a gente vê que vai ficar muito bonito”, enfatiza ele, ansioso para ver a obra pronta, em dois anos. Como empresário, ele acredita ainda que a movimentação da sua empresa (mecânica) deve aumentar e trazer mais clientes. “Vai ser muito bom para nós”, encerra.
Casa à venda: tentativa de eliminar um problema
A população solicitou que uma medida paliativa fosse feita na rodovia, próximo à passarela, para evitar acidentes. O Dnit fixou redutores de velocidade, mas tornou outro problema, tanto que Dona Neocinda Sousa, que mora às margens da BR, perdia noitesde sono, “quando um caminhão passava, parecia um terremoto, era horrível. Por isso que eu coloquei a casa para vender”, conta ela.
Os redutores de velocidade faziam efeito contrário, já que os motoristas passavam em alta velocidade. “Um dia a gente reuniu vários moradores e arrancamos aqueles tachões, porque ninguém mais aguentava”, lembra a senhora, que hoje comemora a chegada da obra na rodovia, mas mantém a casa à venda. “Deixei assim, porque minha filha quer me levar para Chapecó”, finaliza a senhora, acreditando que, com a obra, pode ser mais fácil vender o imóvel.