Ficha Técnica? Poucas coisas então:
Lá pelos idos de 1985, precisamente no dia 24 e no mês de junho, papai, mamãe, vovó, vovô e titios me levaram – numa Kombi, na época era moderninho até - para o hospital Cirio Libanês, no Rio de Janeiro. Ao som de fogos e gritos de gols por causa do jogo do Brasil, no Maracanã, estava eu tentando sair do lugarzinho protegido – a barriga de mamãe – pra assistir o jogo. A minha sorte era que o hospital ficava em frente ao estádio mais conhecido do mundo, foi então que em meio a barulhos eu nasci. Quem sabe isso explique minha constante agitação!
Passado tempos e tempos, aos 11 anos, depois de aprontar tantas coisas na minha infância, fui obrigada a deixar o Estado onde nasci pra morar em Xanxerê. Aff. Como não mandava, e ainda não mando no próprio nariz, tive que obedecer a papai e mamãe, baixei a orelha e vim, quase que desbravando 1.350 quilômetros.
Mas, porém, todavia essa vinda a Xanxerê, que aconteceu no dia 14 de julho de 1996 hoje totaliza 11 anos. Um década e um ano ainda se adaptando, pois nada nem ninguem chega a um local ou estágio da vida prontinho.
Com o movimento dos ponteiros do relógio a vida andou a passos largos, tanto que hoje estou com 22 anos e o mais importante, no último período (9º) de Jornalismo. Um sonho sendo conquistado. Um objetivo alcançado. Um desejo a ser iniciado (que exagero no participio).
Daqui pra frente tudo vai ser diferente (que rima mais besta e plagiada).
Começo a trilhar os caminhos que escolhi, mas que foram orientados por Deus, o qual sempre busco forças para viver, e por que não sobreviver.
A vida começa agora …
£eticia Faria