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Agora inteira …

Inteira?

Será que a vida inteira eu estava pela metade? Não, claro que não! Sei apenas que até a semana passada eu era uma “meia jornalista”. Mas hoje, me compeltei. Ou seja, uma “jornalista inteira”.

É!

Mas vale um parentese: há uma enorme diferença entre “jornalista inteira” e “jornalista completa”. Esta última, somente o tempo poderá contribuir com isso através das minhas experiências.

… ufa …

A apresentação do TCC já passou

Agora, a vida vai …

£eticia Faria (com licença: Jornalista)

Menos um …

O menos um é referente ao:

menos um trabalho que preciso entregar pra obter o grau de bacharel em Jornalismo. Uhu …

Entregeui hoje minha pesquisa, meu TCC … yeha yeah!

Maaaaaaaaaaaaaas ……………………

Segunda (30) tem coisa pouca pra fazer: a apresentação …

eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeita nós …

Informes paroquiais só na terça …

… ufa …
Parece mentira, mas um – dos dois projetos que temos que fazer – para obter o grau de bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo foi finalizado e, melhor, apresentado.
Um dia muito preocupante, de extremo nervosismo, foi 10 de junho de 2008, as 16 horas, no plenário do bloco G (isso informação desnecessária, apenas para marcar).
Apresentação – falando dos objetivos, justificativas.
Assistir ao doc – Tropeçando no salto (confesso que 18 minutos de calmaria)
Considerações finais – momento assustador, de medo, nervoso, estresse e ansiosa espera para o fim.

Depois de tuuuuuuuuuuuuudo …

O comunicado da professora (e minha querida orientadora e futura doutora), Mary Spessatto.
Assim:
- Leticia! Você foi aprovada, agora falta apenas um trabalho para ser jornalista

Aff!
Isso foi “mara”
M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O
ainda com mais com o apoio e presença da minha familia (de todas as horas)

depois da ansiosa espera pela nota … o resultado: 9,8.
Bom? pra mim ótima nota. yeah yeah!

Por fim:
origada a todos que contribuiram para a realização deste projeto e da construção do meu sonho.

£eticia Faria

vidinha

Vidinha de TCC + PEX

Palavras ao Vento 

Pedro Bial 

A primeira letra do alfabeto é também a primeira letra da palavra
amor e se acha importantíssima por isso!
Com A se escreve “arrependimento” que é uma inútil vontade de
pedir ao tempo para voltar atrás e com A se dá o tipo de tchau
mais triste que existe: “adeus”… Ah, é com A que se faz
“abracadabra”, palavra que se diz capaz de transformar sapo em
príncipe e vice-versa…
Com B se diz “belo” – que é tudo que faz os olhos pensarem ser
coração; e se dá a “bênção”, um sim que pretende dar sorte.
Com C, “calendário”, que é onde moram os dias e o “carnaval”,
esta oportunidade praticamente obrigatória de ser feliz com data
marcada. “Civilizado” é quem já aprendeu a cantar ´parabéns pra
você` e sabe o que é “contrato”: “você isso, eu aquilo, com
assinatura embaixo”.
Com D , se chega à “dedução”, o caminho entre o “se” e o
“então”… Com D começa “defeito”, que é cada pedacinho que
falta para se chegar à perfeição e se pede “desculpa”, uma
palavra que pretende ser beijo.
E tem o E de “efêmero”, quando o eterno passa logo; de
“escuridão”, que é o resto da noite, se alguém recortar as
estrelas; e “emoção”, um tango que ainda não foi feito. E tem
também “eba!”, uma forma de agradecimento muito utilizada por
quem ganhou um pirulito, por exemplo…
F é para “fantasia”, qualquer tipo de “já pensou se fosse
assim?”; “fábula”, uma história que poderia ter acontecido de
verdade, se a verdade fosse um pouco mais maluca; e “fé”, que é
toda certeza que dispensa provas.
A sétima letra do alfabeto é G, que fica irritadíssima quando a
confundem com o J. G, de “grade”, que serve para prender todo
mundo – uns dentro, outros fora; G de “goleiro”, alguém em quem
se pode botar a culpa do gol; G de “gente”: carne, osso, alma e
sentimento, tudo isso ao mesmo tempo.
Depois vem o H de “história”: quando todas as palavras do
dicionário ficam à disposição de quem quiser contar qualquer
coisa que tenha acontecido ou sido inventada.
O I de “idade”, aquilo que você tem certeza que vai ganhar de
aniversário, queira ou não queira.
J de “janela!, por onde entra tudo que é lá fora e de “jasmim”,
que tem a sorte de ser flor e ainda tem a graça de se chamar
assim.
L de “lá”, onde a gente fica pensando se está melhor ou pior do
que aqui; de “lágrima”, sumo que sai pelos olhos quando se
espreme o coração, e de “loucura”, coisa que quem não tem só
pode ser completamente louco.
M de “madrugada”, quando vivem os sonhos…
N de “noiva”, moça que geralmente usa branco por fora e vermelho
por dentro.
O de “óbvio”, não precisa explicar…
P de “pecado”, algo que os homens inventaram e então inventaram
que foi Deus que inventou.
Q, tudo que tem um não sei quê de não sei quê.
E R, de “rebolar”, o que se tem que fazer pra chegar lá.
S é de “sagrado”, tudo o que combina com uma cantata de Bach; de
“segredo”, aquilo que você está louco pra contar; de “sexo”:
quando o beijo é maior que a boca.
T é de “talvez”, resposta pior que ´não`, uma vez que ainda
deixa, meio bamba, uma esperança… de “tanto”, um muito que até
ficou tonto… de “testemunha”: quem por sorte ou por azar, não
estava em outro lugar.
U de “ui”, um ài” que ainda é arrepio; de “último”, que anuncia
o começo de outra coisa; e de “único”: tudo que, pela facilidade
de virar nenhum, pede cuidado.
Vem o V, de “vazio”, um termo injusto com a palavra nada; de
“volúvel”, uma pessoa que ora quer o que quer, ora quer o que
querem que ela queira.
E chegamos ao X, uma incógnita… X de “xingamento”, que é uma
palavra ou frase destinada a acabar com a alegria de alguém; e
de “xô”, única palavra do dicionário das aves traduzida para o
português.
Z é a última letra do alfabeto, que alcançou a glória quando foi
usada pelo Zorro… Z de “zaga”, algo que serve para o goleiro
não se sentir o único culpado; de “zebra”, quando você esperava
liso e veio listrado; e de “zíper”, fecho que precisa de um bom
motivo pra ser aberto; e de “zureta”, que é como fica a cabeça
da gente ao final de um dicionário inteiro.

Texto do Bial para Bussunda

Pedro Bial

Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quando os colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos. Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada. Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena. Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.
A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo. Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer. A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas,
a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu. Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce,  caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.  Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá,
o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz. Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça.

Na rotininha

aff…

De volta ao trabalho e as aulas. Nada de calmaria, somente agunia por não começar a escrever meu roteiro pra o PEX … ms sou brasileira (e nem preciso completar o dito popular)

Mas é certo que tenho tres meses pra desenvolver os projetos, apresentar, levantar as mãos pro céu e cantar Aleluia, Aleluia, Aleluia …

Aos poucos vou escrevendo pra mim mesma e lendo o que escrevo, pra mim mesma …

£eticia Faria

Hoje o dia foi um pouco mais agitadinho do que os quase dois meses de férias que tive … Afinal, voltei ao trabalho … mas dizem que o trabalho dignifica o homem.

Com as energias carregadas dá pra encarar mais um semetre de trabalho e aulas, aulas e mais aulas … Não tinha lembrado, mas caiu a ficha em recordar-me que não tinha férias há dois anos, ou seja, a coitadinha da menina trabalhou incansavelmente dois anos a fio (tirando uns dias de merecidas folgas e fins de semana sem plantão). Mas a vida é assim …

 De volta a rotina

£eticia Faria

Oxi …

Mal comecei escrever no blog já estou fazendo recesso … mas as tarefas são tantas que é necessário … O garantido é que em poucos dias tudo volta ao normal, ou seja, pelo menos tentando postar todos os dias algo interessante e sempre na expectativa de receber comentários do que escrevo …

£eticia Faria

Os meus dias de férias

De novo …

Hoje foi mais um dia daqueles. Você é acordada por vários telefonemas. Volta pra cama, o telefone volta a tocar. Quando pensa que vai dormir, um ser – que não é, nunca será, mas deseja ser – a minha cachorrinha, arranha a porta pra eu abrir e coloca-la pra fora. Final das contas, é zero. Com sono o dia inteiro … E vendo, mais uma vez, o programa da Marcia Goldshmidt …

To vendo onde vou parar …

NoitE … Zzzzz

 £eticia Faria

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