Fui no circo!
Nossa, quanto tempo. Quanto tempo mesmo que não sentia mais a emoção de sentar numa arquibancada de circo, esperar o espetáculo começar. Ver o palhaço, tradicional e importantíssimo personagem; os cachorrinhos adestrados [menos o cachorrinho do Corinthians era adestrado, pois estava igual ao Ronaldão, acima do peso e meio desmotivado pra exercer as atividades]; ver as trapezistas, com muita coragem fazendo seus números; os malabaristas, que também são peças fundamentais num todo, enfim. Inúmeros personagens, que tem a função de nos passar a grande essência e magia do mundo do circo.
Agora, devo confessar que senti o peso da idade. No momento em que quatro corajosos homens foram apresentar o número das motos no globo, o tal globo da morte, meu coração palpitou, minhas mãos, literalmente suaram, a sensação foi de preocupação, o que antes, quando era criança, tinha a sensação de imensa adrenalina, fazia parte da emoção, totalmente. Mas hoje, a preocupação foi imensa, mas graças a Deus, o espetáculo foi maravilhoso.
Parabéns a estes verdadeiros atores, verdadeiros profissionais na arte de encantar e tirar um sorriso do rosto de pessoas que estão, muitas vezes, sofrendo com diversos problemas que a vida nos apresenta.
Circo, um local especial, onde podemos esquecer nossos problemas do dia-dia e, viver, mais um tempo, relembrando o espetáculo, mas principalmente, relembrar o tempo de criança, o tempo em que a fantasia movia nosso interior.
PS.: Meu texto ainda não está atualizado conforme a nova norma ortográfica. Promessa de uma adaptação o mais rápido possivel, principalmente, por causa da profissão.
£eticia Faria