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tudo parado …

mas não é greve, muito menos paralização [antes fosse, teria justificativa]

é tempo, ou a falta dele mesmo. que triste justificar desse jeito. Mas tem um jeito do tempo aparecer: nas madrugadas! Então vai ser nas madrugadas que eu escreverei [pra mim mesmo né]

até [quando de madrigada eu tiver o que pensar]

£eticia Faria

Mais um edição!

Mais três meses de idiotice, palhaçada e falta de criatividade na televisão brasileira. Como se não bastasse a gente ter que conviver doze meses com programas do tipo que temos, agora, me vem, mais uma vez, esse tal BBB e, pior, já é a nona edição. A logica de edição, significa que seja diferente, mas todos nos já sabemos que de diferente, a não ser o nome dos participantes, não terá mais nada. Ah? a decoração da casa também dever ser diferente. Pois o resto … tudo igual … uma repetição de edição, ou melhor, reprise somente.

Quero fazer um compromisso: não quero assistir,  nenhum dia essa coisa de BBB! Mas, será que consigo? Será que a televisão vai parar de falar e mostrar imagens sobre isso? Será que na internet, terá outra coisa, a não ser BBB 9? Será que nas rádios, os comentários não passarão de quem sai hoje no paredão? Será? Será? Será que vou passar batido por essa edição? Sei que bons livros tenho em casa. Inclusive, ganharei mais é lendo meu livro novo, sobre o cinema nos anos 80, do que vendo babaquice no ano de 2009 e se repete desde 2001.

Alias, tenho coisa mais importante pra ler, do que ver o BBB. Amanhã mesmo vou a loja comprar um exemplar do livro com as novas normas ortográficas. Preciso me adaptar o mais rápido possível a esse novo jeito de se comunicar, tenho que estar com a ortografia em dia. Isso mesmo, ótima ideia [já escrita conforme a nova norma ortográfica, sem acento].

Agora, o que me resta é deitar, o quanto antes na minha cama, abrir meu livro e ler, saber quais os filmes que geraram comentários na decada de 80. Isso sim é buscar conhecimento. Não ficar a frente da TV, vendo bundas artificiais e homens com cabecinhas ocas.

Bom BBB pra quem vai ver!

Pra mim? Ótimas noites de leitura. Se bem que, vou procurar outras atividades pra não ter que ver aquele programa. Academia, circo, leitura, até conversar com a vizinha, a essa altura do campeonato, vale mais a pena.

Abraço aos que irão assistir ao BBB.

£eticia Faria

Fui no circo!

Nossa, quanto tempo. Quanto tempo mesmo que não sentia mais a emoção de sentar numa arquibancada de circo, esperar o espetáculo começar. Ver o palhaço, tradicional e importantíssimo personagem; os cachorrinhos adestrados [menos o cachorrinho do Corinthians era adestrado, pois estava igual ao Ronaldão, acima do peso e meio desmotivado pra exercer as atividades]; ver as trapezistas, com muita coragem fazendo seus números; os malabaristas, que também são peças fundamentais num todo, enfim. Inúmeros personagens, que tem a função de nos passar a grande essência e magia do mundo do circo.

Agora, devo confessar que senti o peso da idade. No momento em que quatro corajosos homens foram apresentar o número das motos no globo, o tal globo da morte, meu coração palpitou, minhas mãos, literalmente suaram, a sensação foi de preocupação, o que antes, quando era criança, tinha a sensação de imensa adrenalina, fazia parte da emoção, totalmente. Mas hoje, a preocupação foi imensa, mas graças a Deus, o espetáculo foi maravilhoso.

Parabéns a estes verdadeiros atores, verdadeiros profissionais na arte de encantar e tirar um sorriso do rosto de pessoas que estão, muitas vezes, sofrendo com diversos problemas que a vida nos apresenta.

Circo, um local especial, onde podemos esquecer nossos problemas do dia-dia e, viver, mais um tempo, relembrando o espetáculo, mas principalmente, relembrar o tempo de criança, o tempo em que a fantasia movia nosso interior.

PS.: Meu texto ainda não está atualizado conforme a nova norma ortográfica. Promessa de uma adaptação o mais rápido possivel, principalmente, por causa da profissão.

£eticia Faria

Injustiça, perplexidade e indignação

Estas três palavras tornam-se tão amplas, quando um fato, que chocou o país tem um desfecho absolutamente indevido. No mês de julho uma criança de três anos foi morta. A Polícia Militar do Rio de Janeiro confundiu o carro da família com o de bandidos. Nisso, alvejaram o veículo com 17 tiros, sem ao menos identificar o carro e quem os ocupava. O resultado dessa abordagem – mal feita, como afirmou o comandante – acarretou na morte de uma criança. De uma pessoinha inocente, que não teve tempo de se defender.

Passado cinco meses, identificado o policial, aconteceu então o júri, por sinal, popular. Os pais, esperançosos, acreditavam na justiça. A sociedade a mercê de bandidos e policias estão pagando com a própria vida e, mais, pagando com a própria vida através daqueles que deveriam nos dar segurança: os policiais. Mas, a realidade tem sido contrária. O final deste julgamento foi o inesperado. O resultado do que deveria ser digno e justo, se transformou em mais um pesadelo. Segundo a mãe do pequeno João Roberto, em entrevista ao Brasil Urgente, da Band, disse que metralharam seu carro, mataram seu filho e, agora, com o resultado do júri popular, fizeram a mesma coisa, metralharam mais uma vez o coração de uma mãe desesperada e de uma família desolada. O pai, afirmou que não quer fazer justiça com as próprias mãos, para não acabar de vez com sua vida. É o retrato de uma família desesperada. É o reflexo da injustiça

Esta mesma injustiça que já ocorreu em outros casos. E, não hesito em afirmar, que infelizmente poderá ocorrer em outros fatos, que ainda nem aconteceram. Infelizmente, o policial que atirou no carro da família foi absolvido por quatro a três. Fatos como estes nos deixam perplexos, indignados com o mundo em que vivemos. Não sou mãe, mas meu sentimento, ao saber da informação foi único, nunca havia sentido algo parecido. Um ar de impunidade, injustiça, perplexidade e impotência pairaram durante aquele momento e, por alguns dias. E é infelizmente esta a realidade do nosso país, a realidade de um resultado feito por pessoas da sociedade, já que o júri foi popular. Indignação, injustiça e perplexidade fazem parte do dia-dia dos brasileiros. Até quando iremos ouvir isso? Até quando?

* £eticia Faria (jornalista)

De volta …

Amigos e Amigas!

No post de hoje, quero manifestar minha satisfação, primeiramente aqueles assiduos frequetadores de meu blog, no caso eu, eu e, quem sabe, minha mãe. Posteriormente, agradecer então aos que, por ventura, tenham digitado errado algum endereço e, infelizmente, caiu no meu bloguinho. Desculpe por ter que ler minhas coisinhas.

Desculpe se o texto estiver em estrutura como a de um discurso de campanha eleitoral, pois há uma semana sai de uma turbulenta, mas vitoriosa campanha politica. Foram dias agitados, semanas terriveis, madrugada em claro gravando e editando programas de rádio … Tudo fez parte para que, no dia cinco de outubro, o resultado fosse, exatos, 989 votos de diferença. A resposta de nossas articulações, das horas sem dormir foram apresentadas as 19 horas de domingo. Depois disse, foi correr pro abraço e, o mais emocionante, ver a população feliz da vida … cantanto: se o povo quer, ninguém segura, Abelardo decidiu, é Dilmar e Chico na prefeitura.

Parabéns ao povo, que soube escolher o melhor para sua cidade!

Parabéns aos que ouviram e analisaram as melhores propostas para Abelardo Luz!

Obrigada aos adversários, que vestiram a camisa e ergueram a bandeira da paz em Abelardo Luz. E, viram, que o melhor para Abelardo Luz, aconteceu nas urnas, sem compra de voto, agindo com honestidade, respeito e dignidade com o povo, pois é isso que eles merecem, acima de tudo, respeito.

 

Agora, aos meus amigos … que por ventura, acessam estas paginazinha … continuem, pois com tempo, com a faculdade finalizada, posso retratar através da que sei, ao menos um pouquinho sei escrever.

 

A todos, um grande abraço!

Sem promessas … retorno sim.

£eticia Faria

PONTO G (Martha Medeiros)

“Isabel Allende é uma das escritoras que mais admiro, não só por seus
livros, mas também por seu humor, sua trajetória de vida e sua força
diante de dramas inesperados, como a morte prematura de sua filha, Paula, aos
28 anos, que acabou lhe inspirando um romance biográfico emocionante.
Hoje, Isabel vive feliz em Sausalito, Califórnia, com o segundo
marido.
Lendo a entrevista que ela deu para a Playboy, ri muito com suas
declarações e uma delas me pareceu um verdadeiro achado.
“As mulheres gostam que lhes digam palavras de amor. O ponto G está
nos ouvidos. Inútil procurá-lo em outro lugar.”
Ah, o ponto G, esse paraíso secreto que leva os homens a explorações
minuciosas.
Não temos um ponto G, mas dois, um em cada lateral da cabeça, e não é
preciso tirar nossa roupa para nos deixar em êxtase.
Falem, rapazes. Digam tudo o que sentem por nós, assim, assim…
isso.
Concordo com a autora de A Casa dos Espíritos: o melhor afrodisíaco é
a declaração de amor. Não aquelas mecânicas, faladas no piloto automático, mas as
verdadeiras,sentidas, aquelas que os homens imaginam que basta serem ditas com o
olhar e com as mãos, mas que fazemos questão de escutar também com a voz.
“Como eu gosto de estar com você, esqueço do tempo ao seu lado, que
horas são?
Já? Que me esperem, não consigo desgrudar de você, amor.”
Caetano Veloso vendeu um milhão de cópias do seu último disco, e
tenho certeza de que não foi por causa de “vou me embora, vou me embora,
prenda minha,…” e sim “por que você me deixa tão solto, por que você não cola
em mim?”
As feministas mais ortodoxas devem estar bufando.
Tanta coisa pra se exigir de um homem: mais espaço na política, mais
ajuda em casa, salários iguais e nada de gracinhas no escritório, e vem
essa daí clamar por palavras!
Pois essa daqui acha tão interessante a idéia de igualdade entre os
sexos que adoraria vê-los soltar o verbo como nós fazemos, expressar os
sentimentos sem medo de ser piegas, afirmar e reafirmar diariamente
como a gente é importante para eles e que saudades estavam do perfume
dos nossos cabelos.
Clichê em último grau, reconheço, mas quem quer ser moderna nessa
hora?
Tudo o que se reivindica é o desbloqueio emocional masculino.
Nossos hormônios saberão como agradecer.”

Ainda é cedo pra afirmar, pois faltam duas notas para confirmar que acabou tudo. Tudo significa apenas esta etapa de graduação.

Mais cedo ainda é eu querer fazer uma “avaliação”. Por sinal, acho que essas coisas são feitas apenas para verificar se o desempenho de algum está satisfatório. Não quero saber se meu desempenho foi bom, se alcance aquilo que as pessoas pensavam de mim.

Só sei que nada sei, e assim, sei que conseguir fazer tudo como desejei. Meu sonho realizado, que idealizei há muuuuuuuuuuito tempo só foi possivel em razão da existência de pessoas que, hoje, não sei viver sem: Pai, mãe, avó, minha irmã Lorena … seres capazes de alegrar minha vida e fazer com que ela seja, a cada dia, vivida também pra eles.

Vou esperar mais um tempo pra escrever mais coisas, mais coisas sobre essa nova vida.

Abraço pra quem lê … se tem alguém …

 

£eticia Faria

Agora inteira …

Inteira?

Será que a vida inteira eu estava pela metade? Não, claro que não! Sei apenas que até a semana passada eu era uma “meia jornalista”. Mas hoje, me compeltei. Ou seja, uma “jornalista inteira”.

É!

Mas vale um parentese: há uma enorme diferença entre “jornalista inteira” e “jornalista completa”. Esta última, somente o tempo poderá contribuir com isso através das minhas experiências.

… ufa …

A apresentação do TCC já passou

Agora, a vida vai …

£eticia Faria (com licença: Jornalista)

Menos um …

O menos um é referente ao:

menos um trabalho que preciso entregar pra obter o grau de bacharel em Jornalismo. Uhu …

Entregeui hoje minha pesquisa, meu TCC … yeha yeah!

Maaaaaaaaaaaaaas ……………………

Segunda (30) tem coisa pouca pra fazer: a apresentação …

eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeita nós …

Informes paroquiais só na terça …

… ufa …
Parece mentira, mas um – dos dois projetos que temos que fazer – para obter o grau de bacharel em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo foi finalizado e, melhor, apresentado.
Um dia muito preocupante, de extremo nervosismo, foi 10 de junho de 2008, as 16 horas, no plenário do bloco G (isso informação desnecessária, apenas para marcar).
Apresentação – falando dos objetivos, justificativas.
Assistir ao doc – Tropeçando no salto (confesso que 18 minutos de calmaria)
Considerações finais – momento assustador, de medo, nervoso, estresse e ansiosa espera para o fim.

Depois de tuuuuuuuuuuuuudo …

O comunicado da professora (e minha querida orientadora e futura doutora), Mary Spessatto.
Assim:
- Leticia! Você foi aprovada, agora falta apenas um trabalho para ser jornalista

Aff!
Isso foi “mara”
M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-O
ainda com mais com o apoio e presença da minha familia (de todas as horas)

depois da ansiosa espera pela nota … o resultado: 9,8.
Bom? pra mim ótima nota. yeah yeah!

Por fim:
origada a todos que contribuiram para a realização deste projeto e da construção do meu sonho.

£eticia Faria

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